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terça-feira, 7 de junho de 2011

IFCH/Unicamp - 22/6 - Seminário Convenções de gênero, sexualidade e violência: reflexões sobre homofobia



Como parte da finalização do projeto de Implantação da Área de Pesquisa Diversidade Sexual, Poder e Diferença no Núcleo de Estudos de Gênero – Pagu/Unicamp – financiado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) –, este seminário reunirá pesquisadores vinculados a diversas universidades brasileiras para debater os resultados preliminares da pesquisa “Convenções de gênero, sexualidade e violência”, realizada entre 2009 e 2011.

Os diferentes recortes empíricos foram pautados pela discussão – cada vez mais ampla nos vários fóruns – sobre homofobia, no sentido de perceber quais convenções de gênero, sexualidade e violência são articuladas pelos sujeitos e pelas variadas mídias.

Manhã – 9:00-12:00hs
Coordenadora: Ângela Carneiro Araújo

Convenções de gênero, sexualidade e violência entre LGBT na grande São Paulo
Regina Facchini e Isadora Lins França

Tensões e experimentações identitárias entre jovens travestis e meninos femininos em Campinas
Larissa Pelúcio


Tarde – 14:30-17:30hs
Coordenadora: Maria Conceição da Costa

Convenções de gênero e sexualidade na mídia em contextos de violência contra o público LGBT
Iara Beleli

Imagens e imaginários sobre LGBT em filmes exibidos no circuito comercial paulistano
Karla Bessa

Debatedores/as:

Adriana Piscitelli (Pagu/UNICAMP)
Adriana Vianna (Museu Nacional)
Bruno Leal (UFMG)
Flávia Teixeira (UFU)
Gilberto Sobrinho (IA/UNICAMP)
Guita Grin Debert (IFCH; Pagu/UNICAMP)
José Miguel Nieto Olivar (Pagu/UNICAMP)
Júlio Simões (USP)
María Elvira Díaz-Benítez (IFCH/UNICAMP)
Maria Filomena Gregori (IFCH; Pagu/UNICAMP)
Peter Fry (UFRJ)
Richard Miskolci (UFSCAR)
Sérgio Carrara (UERJ)

Serviço:

Seminário - Convenções de gênero, sexualidade e violência: reflexões sobre homofobia
Data: 22 de junho de 2011
Horário:
9:00 - 17:30
Local: Auditório II - IFCH


sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Criado o Conselho Nacional de Combate à Discriminação - LGBT

O Presidente Lula e o Ministro Paulo Vannuchi (Secretaria de Direitos Humanos) assinararam o Decreto n º 7.388, em 9 de dezembro de 2010, publicado hoje (10/12) no Diário Oficial da União, que dispõe sobre a composição, estruturação, competências e funcionamento do Conselho Nacional de Combate à Discriminação - CNCD.


(O texto do Decreto na íntegra está disponível aqui)


Segundo o Decreto, o Conselho tem por finalidade formular e propor diretrizes de ação governamental, em âmbito nacional, voltadas para o combate à discriminação e para a promoção e defesa dos direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais - LGBT.


O Conselho será composto por 15 ministérios e 15 organizações da sociedade civil.


Segundo Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais - ABGLT, “o estabelecimento do Conselho é uma reivindação da ABGLT e uma conquista da sociedade civil e do governo Lula, dando seguimento às deliberações da 1ª Conferência Nacional LGBT, realizada em junho de 2008, para fazer o controle social da implementação das 166 ações do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT.”

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Videoconferência Educação, Cidadania e Homofobia: 09/12, das 14 às 17h


A Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual do Estado de São Paulo, vinculada à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, em parceria com a Fundação do Desenvolvimento Administrativo, da Secretaria da Gestão, promove na próxima quinta-feira (09/12), das 14 às 17 horas, a última da série de três videoconferências previstas para o mês de dezembro. O tema a ser abordado é Educação, Cidadania e Homofobia.

Para tratar do assunto, Janaina Lima, Beto de Jesus e William Siqueira Peres vão falar sobre a educação, cidadania e homofobia. Serão tratadas questões atinentes ao bullying homofóbico, violência simbólica no espaço educacional, intolerâncias às diferenças sexuais, desafios e conquistas da cidadania LGBT.

A videoconferência é parte integrante do projeto “A Conquista da Cidadania LGBT: a Política da Diversidade Sexual em São Paulo” e objetiva capacitar, em especial, os servidores públicos do Estado de São Paulo, conforme determina o Plano Estadual de Enfrentamento à Homofobia e
Promoção da Cidadania LGBT, que define ações e metas a serem desenvolvidas por 11 Secretarias do Governo Paulista no biênio 2010-2011.

A apresentação ao vivo é aberta a todos os interessados. Basta acessar o link http://media.escolasdegoverno.sp.gov.br/diversidade. Durante a videoconferência é possível interagir com os entrevistados mandando sugestões e perguntas pelo endereço fundap.vc@fundap.sp.gov.br


Janaina Lima
Pedagoga, ativista e militante do Movimento de Travesti no Brasil. É Coordenadora do Fórum Paulista de Travestis e Transexuais. Integra oIdentidade – Grupo de Luta pela Diversidade Sexual e a ANTRA – Articulação de Travestis e Transexuais.

Beto de Jesus
Educador e ativista do Movimento LGBT Brasileiro. Foi Secretario para América Latina e Caribe da International Lesbian, Gay, Bisexual, Trans people and Intersex Association. Atualmente é Diretor da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais e
coordenador do Instituto Edson Neris.

William Siqueira Peres
Psicólogo. Mestre em Psicologia pela UNESP/Assis. Doutor em Saúde Coletiva pelo IMS/UERJ. Pós-Doutor em Psicologia e Estudos de Gênero pela Universidade de Buenos Aires. Professor do Departamento de Psicologia Clínica – UNESP/Assis.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Videoconferência: legislação e saúde para LGBT:: 07/12 das 14 às 17h


A Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual do Estado de São
Paulo, vinculada à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, em
parceria com a Fundação do Desenvolvimento Administrativo, da Secretaria
da Gestão, promove na próxima terça-feira (07/12), das 14 às 17 horas, a
segunda, da série de três videoconferências previstas para o mês de
dezembro. O tema a ser abordado é Direitos Humanos da População LGBT.

Para tratar do assunto, Dimitri Sales, Artur Kalichman e Roseli Tardelli
vão falar sobre a legislação estadual voltada para a população LGBT, como
a Lei 10.948/01, que pune a discriminação homofóbica, e o Decreto
55.588/10, que garante a travestis e transexuais o direito à escolha de
tratamento nominal nos órgãos públicos do Estado de São Paulo. Além
disso, questões de saúde, como a criação do Ambulatório Especializado em
Saúde de Travestis e Transexuais, serão apresentadas.

A apresentação ao vivo é aberta a todos os interessados. Basta acessar o
link http://media.escolasdegoverno.sp.gov.br/diversidade. Durante a
videoconferência é possível interagir com os entrevistados mandando
sugestões e perguntas pelo endereço fundap.vc@fundap.sp.gov.br


Dimitri Sales
Advogado. Mestre e Doutorando em Direito Constitucional pela Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo. Membro Colaborador da Comissão de
Direitos Humanos e do Comitê de Estudos da Diversidade Sexual, órgãos da
OAB/SP. É o Coordenador de Políticas para a Diversidade Sexual do Estado
de São Paulo.

Artur Kalichman
Mestre em Medicina Preventiva pela Universidade de São Paulo, é médico
sanitarista do Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids da
Secretaria de Saúde (SP). Atualmente é Coordenador Adjunto e Diretor
Técnico substituto do CRT – DST/Aids.

Roseli Tardelli
Jornalista e apresentadora de programas de rádio e TV, como Roda Viva, da
TV Cultura, e Espaço Informal, da Rádio Eldorado AM, é fundadora e
Diretora Executiva da Agência de Notícias da Aids e da Agência de
Notícias de Resposta ao Sida, em Moçambique.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

VÍDEO DO GUDDS/UFMG: HOMOFOBIA, NÃO!



Vídeo em promoção do respeito à diversidade sexual produzido pelo GUDDS - Grupo Universitário em Defesa da Diversidade Sexual - ligado ao NUH - Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT/ UFMG.

Os depoimentos no video são baseados nos Princípios de Yogyakarta, que orientam a aplicação da Legislação Internacional de Direitos Humanos em relação à Orientação Sexual e Identidade de Gênero.

O vídeo foi lançado em 20 de maio de 2009 no evento "Homofobia, Diversidade Sexual e Mídia" realizado na FAFICH/UFMG.

Os artistas participantes não cobraram cachê. A trilha foi gentilmente cedida pela compositora e guitarrista Kaki King.

Gostou? Então, ajude a divulgar o trabalho do pessoal do GUDDS!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

NOTA OFICIAL DA ABGLT CONTRA A VIOLÊNCIA HOMOFÓBICA


ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais

NOTA OFICIAL CONTRA A VIOLÊNCIA HOMOFÓBICA

No último domingo (14/11/2010) foram noticiados em cadeia nacional dois casos separados de atos extremos de violência contra homossexuais.

Em São Paulo, em plena Avenida Paulista, um grupo de cinco jovens perpetrou dois ataques diferentes que, segundo testemunhas, foram gratuitos e caracterizados como homofóbicos pelos xingamentos feitos pelos atacantes.

No Rio de Janeiro, após a 15ª Parada LGBT, um jovem gay foi baleado no estômago no Arpoador, também gratuitamente. Segundo a vítima, o agressor é um militar que trabalha nas redondezas, no Forte de Copacabana.

Felizmente, desta vez, nenhuma das vítimas morreu.

Para a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), estes casos, infelizmente, são apenas a ponta de um imenso iceberg, e ganharam visibilidade nacional inusitada, porém bem-vinda.

Diariamente, lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) sofrem violência desta natureza em nosso país. E pior, a cada dois dias, em média, uma pessoa LGBT é assassinada no Brasil, segundo dados do Grupo Gay da Bahia.

Portanto, a ABGLT vem se manifestar, mais uma vez, pelo fim imediato de toda e qualquer violência homofóbica, e pela promoção de uma cultura de paz e respeito à diversidade, conclamando:

Ao Poder Executivo, em todos os níveis, que tome as medidas cabíveis e apure os fatos destes e de outros crimes de violência cometidos contra LGBT, identificando e punindo exemplarmente os culpados, sem deixar os crimes impunes. A impunidade gera mais violência.

Que o Governo Federal acelere a implementação do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e dos Direitos Humanos de LGBT.

Que os governos estaduais e municipais elaborem e também implantem seus planos de combate à homofobia.

Que promova a educação para o respeito à diversidade sexual, para que as novas gerações possam aprender a conviver com e respeitar as diferenças.

Que promova no âmbito estadual e municipal, eventos de sensibilização de agentes da segurança pública, como o II Seminário de Segurança Pública para LGBT, que na semana passada no Rio de Janeiro capacitou 150 policiais de todo o país em questões específicas à segurança da população LGBT.

Ao Congresso Nacional, que aprove legislação específica contra toda e qualquer forma de discriminação no Brasil, inclusive a discriminação homofóbica, e que certos parlamentares deixem de afirmar que a população LGBT não precisa de legislação que a proteja desta forma. Os fatos sobre a violência e a discriminação contra LGBT estão expostos, é hora de agir e cumprir o papel de legisladores eleitos para representar todos e todas os/as brasileiros/as, sem distinção. O Projeto de Lei da Câmara nº 122/2006 está tramitando no Congresso Nacional desde 2001 (P/L 5003/2001). São nove anos de inércia e desrespeito à população LGBT, nove anos de incentivo à continuação da violência e discriminação contra LGBT, nove anos de endosso da impunidade.

Em parceria com diversas instituições, com o intuito de despertar para este cenário, nos dias 23 e 24 de novembro, a ABGLT estará apoiando a realização de três eventos consecutivos no Congresso Nacional: o Seminário Escola Sem Homofobia, a Audiência Pública Bullying Homofóbico nas Escolas, e o Seminário sobre os Assassinatos de LGBT.

Ao Judiciário, que continue julgando favoravelmente as demandas pela igualdade de direitos, condenando os casos de homofobia, punindo de forma rigorosa a violação dos direitos humanos de LGBT.

Que continue baseando suas decisões nos preceitos constitucionais da não-discriminação, da dignidade humana, da intimidade, da segurança e do direito à vida.

Aos Religiosos, que ajudem a semear a cultura da paz e do amor ao próximo. E que determinados religiosos fundamentalistas parem imediatamente de incitar a discriminação e o ódio contra as pessoas LGBT, ao nos categorizarem como “doentes” ou “anormais”.

Temos testemunhado que essa intolerância pregada por setores fundamentalistas cristãos tem sido transformada em violência extrema. A pregação religiosa que ataca os homossexuais acaba por legitimar atitudes de ódio.

Infelizmente, temos assistido a uma onde conservadora, que ganhou contornos fortes na campanha presidencial. Ela atinge mulheres, negros, nordestinos e LGBT.

É preciso dar um basta a todo e qualquer tipo de preconceito. Vivemos em um país democrático, onde a igualdade e a não-discriminação são preceitos fundamentais. Esta violência há de parar. A vida humana não pode ser banalizada desta e nem de qualquer outra forma.

Que a sociedade brasileira se conscientize da gravidade do problema da homofobia e da difusão de preconceitos. E que o Estado brasileiro aja para garantir direitos e reprimir exemplarmente atitudes de violência e discriminação.

Por uma cultura de paz e respeito à diversidade.

ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

17 e 18/08: Seminário Internacional Sexualidades, Saberes e Direitos em São Carlos


Seminário Internacional Sexualidades, Saberes e Direitos

Local: Anfiteatro Bento Prado Jr – Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) – São Carlos-SP

Data: 17 e 18 de agosto de 2010 Organização: Richard Miskolci (DS-UFSCar)/Larissa Pelúcio (UNESP-Bauru)

Promoção: Grupo de Pesquisa Corpo, Identidades e Subjetivações – PPGS – DS -UFSCar

Programação completa com resumos do seminário aqui.

Transmissão Online será feita (apenas ao vivo e no horário do seminário) pelo site: www.uab.ufscar.br


terça-feira, 10 de agosto de 2010

COMO FOI O I ENCONTRO PAULISTA DE PESQUISA EM DIVERSIDADE SEXUAL

O I Encontro Paulista de Pesquisa em Diversidade Sexual alcançou seus objetivos.

A mesa de abertura contou com as autoridades, a representante da Secretaria de Educacão Superior do Estado de S. Paulo, do representante do secretário de Justiça e da FAPESP.

Na primeira mesa, Júlio Assis Simões (USP) apresentou um panorama histórico das investigações sobre (homos)sexualidades desde a década de 1930 até a década de 1980. Começou com um estudo na área médica, em fins da década de 1930, o qual iniciou focado nos então chamados “pederastas passivos”, mas terminou por reconhecer uma grande diversidade de variações de pessoas e práticas. Depois, Simões voltou-se para o clássico estudo “Homossexualismo em São Paulo” e a emergência da temática entre a década de 1970 e 1980, em especial na UNICAMP, por meio dos trabalhos de Peter Fry, Néstor Perlongher e a importante atuação como orientadora de Mariza Corrêa.

Em seguida, Regina Facchini (Pagu-UNICAMP) expôs um levantamento das pesquisas na área no Estado de São Paulo, no qual ainda predomina a produção na área médica e/ou em tópicos associados à aids/hiv ou sobre gênero compreendido como categoria descritiva. Em suma, predominam estudos sobre mulheres, reprodução ou sobre sexualidade associada a uma questão epidemiológica ou de educação sexual (compreendida como prevenção de DSTs, etc). Há poucos grupos de pesquisa registrados que lidam especificamente com diversidades sexual, homossexualidades, etc.

Por fim, Richard Miskolci apresentou o documento redigido pela Comissão Científica do evento com o título Perspectivas. Nele, são sintetizadas as demandas do grupo em três pontos, dentre os quais se destaca a demanda de criação de uma linha de fomento específica para este campo de investigação por parte das agências financiadoras.

Após um intervalo, a segunda mesa focou nas áreas de Artes e Comunicação (Horácio Costa, USP), Saúde (Cristiane Gonçalves Silva, UNIFESP-Santos) e Educação. Destaque para a apresentação de Fernando Teixeira Filho (UNESP/Assis) sobre o quadro de pesquisas no Brasil e no Estado de São Paulo. Ficou claro o desafio de consolidar a área de sexualidade em seus próprios termos.

A iniciativa que uniu a Cordenadoria para Políticas para Diversidade Sexual da Secretaria de Justiça do Estado e alguns dos/as mais destacados/as pesquisadoras/es da área de sexualidade das universidades públicas no Estado (UNICAMP, UNESP, UFSCar e USP) se revelou um primeiro passo, pequeno, mas sólido e bem-sucedido na criação de um diretório de pesquisadores/as que trará muitos frutos para a consolidação e desenvolvimento da área em São Paulo.

O evento resultou de um longo trabalho da Cordenadoria, em especial da dedicação de Dimitri Sales e Débora Malheiros, associado à comissão científica formada por:

Prof. Dr. Ferdinando Martins (USP)

Prof. Dr. Fernando Silva Teixeira Filho (UNESP/Assis)

Prof. Dr. Horácio Costa (USP)

Prof. Dr. João Winck (UNESP/Bauru)

Prof. Dr. Jorge Leite Jr. (UFSCar)

Prof.a Dr.a Larissa Pelúcio (UNESP/Bauru)

Prof.a Dr.a Regina Facchini (UNICAMP)

Prof. Dr. Richard Miskolci (UFSCar)

___________________________________________________________________

Relato por Prof. Dr. Richard Miskolci, no original aqui.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Programação do Orgulho LGBT no estado de SP

Após a realização das paradas LGBT de Jandira e de São Paulo e da Caminhada de Lésbicas e Bissexuais de São Paulo, as celebrações do Orgulho LGBT continuam por todo o estado.

A proximidade do dia 28 de junho produz um rico calendário. Com o processo de interiorização do movimento LGBT, várias paradas e atividades acontecem durante a semana. Neste domingo, 27, há paradas em Campinas, Guarulhos e Jacareí. Em 04 de julho é a vez de São Carlos fazer a sua manifestação.

Campinas
Com o tema "Dez Anos de Luta: Todos Juntos pela Igualdade Social", a Comissão da Parada do Orgulho LGBT de Campinas e do Mês da Diversidade Sexual promove atividades entre os dias 12 e 27 de junho.

Confira as próximas atividades:

  • 24/06 - "Típica Festa Junina LGBT Nova Europa", a partir das 20 horas, no Bosquinho do Jardim Nova Europa.
  • 25/06 - "Big Juice" no Sucão: Apresentação de Priscilla Drag e Lohren Beauty, a partir das 20 horas.
  • 26/06 - "Manifestação Sáfica" na Praça Bento Quirino a partir das 20 horas. Nesta data também ocorre a festa oficial Pré-Parada LGBT de Campinas, na Pride Club, a partir das 23:30h.
  • 27/06 - "10ª Parada do Orgulho LGBT de Campinas". Concentração no Largo do Pará, Centro, a partir das 13 horas.

Guarulhos
O tema "Eu voto por cidadania e pela criminalização da homofobia" marca a quinta edição da Parada do Orgulho Gay Guarulhos que acontece neste domingo (27) no município. A parada contará com a participação de seis trios elétricos e espera reunir cerca de 40 mil pessoas. A concentração para a caminhada terá início às 13 horas na avenida Tancredo Neves, em frente ao PoupaTempo e, e a partir das 15 horas, seguirá por cerca de dois quilômetros até a praça IV Centenário. A partir das 18 horas, um palco instalado nas proximidades da praça servirá para apresentação de shows de artistas da comunidade local.

No sábado, dia 26, véspera do evento, a cidade realiza a 1ª. Feira LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Travestis) na praça IV Centenário, a partir das 10 horas. As atividades do Orgulho LGBT são promovidas pela ONG guarulhense Movimento em Defesa da Livre Orientação Sexual (MEL) em parceria com a Prefeitura de Guarulhos.

Jacareí e Vale do Paraíba
Jacareí faz a sua 1ª Parada LGBT e 1ª Semana da Diversidade Sexual nesta semana.

Hoje, 23 de junho, às 19h, na sala Mário Lago, ocorreu o Cine Diversidade, com a exibição do filme MILK – A VOZ DA IGUALDADE .

Amanhã, 24, a partir das 19h, na Câmara Municipal de Jacareí , acontece o Seminário “Direitos Humanos e Cidadania LGBT: Quando”, com coordenação de Luiz André Moresi (Presidente ONG REVIDA) e a participação de Anselmo Figueiredo (Executiva do Fórum Paulista LGBT e ONG CASVI), Rhayana Meirelles (Presidente ONG Orientação – SJC) e um representante da Comissão de Sexualidade e Gênero do CRP/06 (Conselho Regional de Psicologia – subsede Vale do Paraíba).

Na sexta, 25, a partir das 16h, ocorre a Oficina de sexo seguro e diversidade sexual com a drag Dindry Buck – Na cama com Dindry (inscrição pelo e-mail/msn ongrevida@hotmail.com).

No domingo, 27, a 1a. Parada LGBT de Jacareí e Vale do Paraíba fecha a programação local, com concentração a partir das 14h no Parque dos Eucaliptos. A organização das atividades é da ONG REVIDA (http://www.revida.org/).

São Carlos
A ONG Visibilidade LGBT e a Prefeitura Municipal de São Carlos anunciam para o dia 4 de julho a segunda edição da parada na cidade, que tem como tema “Nossa luta é por direitos, Nossa bandeira é a do respeito”. O ato começara às 13h, na Praça Coronel Salles e seguirá pela Av. São Carlos até a Av. Trabalhador São-Carlense, onde haverá shows de Drag Queens, Bandas e Djs.

Além da Parada, do dia 28 de junho a 03 de julho acontecerá a “Segunda Semana da Diversidade Sexual”, com palestras, debates e atividades culturais:

  • 28/06 (segunda-feira), 19h, Abertura da Semana da Diversidade, palestra sobre LGBT´s e a luta por direitos, com Regina Facchini, pesquisadora do Núcleo de Estudos de Gênero Pagu/Unicamp, e mediação de Anselmo Figueiredo, integrante da Comissão Executiva do Fórum Paulista LGBT. Local: Câmara Municipal de São Carlos (r. 7 de Setembro, 2.078)
  • 30/06 (quarta-feira), 20h, Papo de Letra, bate-papo com o escritor do livro "O Armário", Fabrício Viana. Local: Centro Público de Economia Solidária "Hebert de Souza- Betinho" (r. José Bonifácio, 885 - Centro)
  • 02/07 (sexta-feira), 20h, 2ª Noite das Divas com "Fernanda Carraro" e grande elenco. Apresentação: Bia Karan; hostess: Drag Askara. Local: Teatro Municipal de São Carlos (r. 7 de Setembro, 1.735 - Centro). Ingressos: R$ 10,00 inteira / R$ 5,00 meia (ingressos limitados).
  • 03/07 (sábado), 23h, Festa Pré-ParadaLocal: Estância Bosque dos Pinhais (rodovia W. Luís, km 221, sentido interior-capital). Mais informações: www.visibilidadelgbt.org .

São Carlos também receberá o IV Encontro Paulista LGBT, cuja abertura será dia 01 julho às 20 horas, e atividades durante os dias 2 e 3 das 10 às 20 horas. O IV Encontro receberá cerca de 150 militantes do estado de São Paulo e discutirá os rumos do movimento LGBT paulista. As atividades acontecerão na UFSCAR e serão abertas para toda a população. As inscrições estão ocorrendo pelo site http://www.forumpaulistalgbt.org .

Debate põe na mesa prazeres sexuais menos admitidos e expressos

O tema do Ciclo de Debates do Mês do Orgulho LGBT de São Paulo na noite desta sexta-feira, 25/06, é Prazeres no armário. A programação conta com a apresentação de um curta e duas mesas de debates, que abordarão combinações pouco admitidas como: sexualidade, religião e castidade; sexo e prazer entre mulheres; e sexo e dor ou submissão.

A exibição do curta “Sexo e Claustro”, de Claudia Priscilla, começa às 18h30. O documentário, feito na Cidade do México, aborda uma singular personagem e seus sentimentos a respeito de sexo e religião.

A primeira mesa será às 19 horas, com o tema "Entre transar e fazer amor: sexo entre mulheres", que terá coordenação de Michelle Alcântara de Camargo, mestre em Antropologia Social pela Unicamp com atuação nos temas de gênero, feminismo e estética corporal. Para debater, a mesa contará com a participação de Regina Facchini, pesquisadora do Pagu - Núcleo de Estudos de Gênero da Unicamp, e de Guilherme Almeida, professor do PURO/UFF e doutor em Saúde Coletiva.

Às 20h30 começa a segunda mesa, com o tema "Sado-Masoquismo". Regina Facchini coordenará os debates, com presença de Jorge Leite Júnior, professor da Universidade Federal de São Carlos, com pesquisas nas áreas de sexualidade e gênero, Marco de Tubino Scanavino, responsável pelo Ambulatório de Impulso Sexual Excessivo do Programa de Estudos em Sexualidade (ProSex) e do Programa Ambulatorial Integrado dos Transtornos do Impulso (ProAMITI) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (IPq-HC) da FMUSP, e de Mistress Bela, do Clube Dominna.

Local: Auditório da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania. Pátio do Colégio, 148/184 (estação Sé do metrô)
Data: 25/06
Horário: a partir das 18h30 até 22h00

sábado, 19 de junho de 2010

4º ENCONTRO PAULISTA LGBT: Estado laico e políticas públicas



O movimento de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais de São Paulo se reunirá em São Carlos, no início de julho para a quarta edição do Encontro Paulista LGBT, cujo objetivo maior é articular e fortalecer grupos, ongs e ativistas de todo o Estado que estão na linha de frente da luta contra homofobia. Será um momento importante em que as lideranças compartilharão informações e definirão estratégias de atuação para o próximo período.

O Encontro é uma iniciativa do Fórum Paulista LGBT, rede que congrega 30 entidades e grupos de todo o Estado além de dezenas de militantes independentes. O tema escolhido é Estado laico e políticas públicas. A proposta dos organizadores é aprofundar a discussão sobre a importância da garantia da laicidade do Poder Público já que, sabidamente, discursos religiosos fundamentalistas e conservadores têm impedido o reconhecimento e o exercício de direitos por parte da população LGBT. Debaterá também as políticas públicas de combate à homofobia e promoção da cidadania LGBT, em São Paulo e no Brasil.

Em anos anteriores, os Encontros Paulistas LGBT constituiram-se em marcos importantes na consolidação e fortalecimento do movimento, sempre apontando novos rumos. A primeira edição do evento ocorreu em Campinas em 1999; a segunda foi em São Paulo em 2004 e a terceira em Assis, em 2006.

O 4º Encontro acontece em uma conjuntura de expansão e renovação do ativismo LGBT no âmbito do Fórum Paulista. Antes restrito à Capital e às grandes cidades, o movimento passa por forte interiorização em todo o Estado e prioriza a formação de base, propiciando o surgimento de novos grupos e lideranças.

Para coroar o evento, no domingo - 4 de julho - se realizará a II Parada do Orgulho de São Carlos, capitaneada pela ong Visibilidade LGBT.

O 4º Encontro Paulista LGBT é financiado pela Prefeitura Muncipal de São Carlos, com o apoio da Secretaria Estadual de Saúde, por meio do Programa DST/Aids.

São Carlos - 1, 2 e 3 de julho
Promoção: Fórum Paulista LGBT
Organização: ONG Visibilidade LGBT
Apoio: Prefeitura Municipal de São Carlos e Secretaria Estadual da Saúde (Programa DST/Aids)

Mais informações e inscrições: clique aqui

terça-feira, 15 de junho de 2010

Direito à diferença: debate sobre a lei 10.948 em Campinas

A Câmara Municipal de Campinas realiza nesta quarta-feira, 16/06, a partir das 14 horas, um debate público acerca da Lei Estadual Antidiscriminatória que pune atos de discriminação e violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais no estado de São Paulo.

A Coordenadoria de Políticas para a Diversidade Sexual, da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência e Inclusão Social, da Prefeitura Municipal recebe o Coordenador de Políticas para a Diversidade Sexual da Secretaria de Estado de Justiça e da Defesa da Cidadania do Governo do Estado de São Paulo, Dr. Dimitri Sales, Mestre e Doutorando em Direito Constitucional pela PUC-São Paulo, a representante do Comitê da Diversidade Sexual e Combate a Homofobia da OAB/SP, a Drª. Adriana Galvão Moura Abílio, e representante do Núcleo de Combate à Discriminação, Racismo e Preconceito da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, juntamente com o vereador Thiago Ferrari para debater a abrangência e aplicabilidade deste instrumento jurídico.

O evento inicia-se com a apresentação pública do Mapa da Violência e Discriminação contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais da cidade de Campinas e região com dados obtidos pelo CREAS LGBT (Centro de Referência Especializado de Assistência Social de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais da Secretaria de Cidadania, Assistência e Inclusão Social) pela Coordenadora e Assistente Social Valdirene dos Santos.

Serviço:
Direito à Diferença, debate sobre a Lei 10948/01
Local: Auditório da Câmara Municipal de Campinas
Av. da Saudade, 1004
Data: 16/06
Horário: 14h00

sábado, 12 de junho de 2010

Campinas celebra mês da diversidade sexual: veja programação!


Com o tema "Dez Anos de Luta: Todos Juntos pela Igualdade Social", a Comissão da Parada do Orgulho LGBT de Campinas e do Mês da Diversidade Sexual divulgou o material e a programação oficial do evento que ocorre entre os dias 12 e 27 de junho.

12/06 - Festa Dia dos Namorados E-Jovem na Praça Carlos Gomes com show comemorativo, a partir das 20 horas.

13/06 - Gincana da Diversidade Sexual no Parque Taquaral, a partir das 13 horas. Apresentação: Priscilla Drag.

19/06 - Concurso de Novos Talentos Padre Anchieta - abertura do evento com a peça teatral "Nem Tudo Está Perdido!" de Priscilla Drag, a partir das 20 horas.

24/06 - "Típica Festa Junina LGBT Nova Europa", a partir das 20 horas, no Bosquinho do Jardim Nova Europa.

25/06 - "Big Juice" no Sucão: Apresentação de Priscilla Drag e Lohren Beauty, a partir das 20 horas.

26/06 - "Manifestação Sáfica" na Praça Bento Quirino a partir das 20 horas. Nesta data também ocorre a festa oficial Pré-Parada LGBT de Campinas, na Pride Club, a partir das 23:30h.

27/06 - "10ª Parada do Orgulho LGBT de Campinas". Concentração no Largo do Pará, Centro, a partir das 13 horas. Apresentação de Priscilla Drag, Pretty Lupon e Lorhen Beauty.

Fonte: blog central de notícias gays

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Ciclo de Debates do Mês do Orgulho LGBT de São Paulo: diversidade em pauta

Começa hoje o 8o. Ciclo de Debates do Mês do Orgulho LGBT, promovido pela Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo. Os temas são bastante variados, abrangendo diferentes universos abrigados sob as letrinhas LGBT. As abordagens vão desde questões relacionadas à saúde e violência, até as relacionadas ao prazer.

Confira a programação nos links abaixo!

Local: Auditório da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania. Pátio do Colégio, 148/184 (estação Sé do metrô). O debate do dia 26/06 – Questão de Gênero – acontecerá no Sindicato dos Bancários – Rua São Bento, 413 (estação São Bento do metrô).

Programação

10/junho (quinta-feira) – EDUCAÇÃO
16/junho (quarta-feira) – TRABALHO
17/junho (quinta-feira) – A PIRÂMIDE DA DISCRIMINAÇÃO
18/junho (sexta-feira) – PANORAMA INTERNACIONAL
19/junho (sábado) – DIREITOS
23/06 (quarta-feira) – FAMÍLIAS
24/06 (quinta-feira) – SAÚDE
25/junho (sexta-feira) – PRAZERES NO ARMÁRIO
26/junho (sábado) – QUESTÕES DE GÊNERO
28/junho (segunda-feira) – CULTURA + ENCERRAMENTO DO CICLO / MÊS DO ORGULHO

Lutando por autonomia e igualdade, lésbicas e bissexuais tomam a Avenida Paulista


Ser Lésbica é um Direito! Autonomia e Liberdade por um mundo de igualdade! Foram os lemas da 8ª edição da Caminhada de Lésbicas e Bissexuais de São Paulo, realizada neste sábado.

O sol da tarde iluminou variadas mulheres, inclusive de outros estados do país, que se concentraram na Praça Oswaldo Cruz. Jovens, adultas, idosas, negras, feministas, sindicalistas, dirigentes de partidos e movimentos sociais tomaram a avenida Paulista.

O roxo do feminismo e o arco-iris do movimento LGBT foram às ruas mostrar o mundo que as mulheres querem: sem violência, sem discriminação, sem racismo, machismo e lesbofobia.

As representantes dos variados movimentos aproveitaram o momento para apresentar as bandeiras deo movimento de mulheres relacionadas à luta pela democratização da comunicação, contra a violência e de luta pela igualdade na sociedade, independente de quem se ame. "Nosso amor deve ser orgulho da sociedade e não motivo de discriminação", falou Lourdes Rodrigues, da Liga Brasileira de Lésbicas.

As organizadoras da passeata calculam que mais de 2.500 pessoas estiveram presentes à Caminhada.

Fonte: http://www.paradasp.org.br/noticias.php?id=91

domingo, 6 de junho de 2010

Presidente Lula institui Dia Nacional contra a Homofobia

O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou ontem, véspera da realização da Parada do Orgulho Gay em São Paulo, um decreto que institui o Dia Nacional de Combate à Homofobia (ódio, aversão ou a discriminação contra homossexuais). A decisão deve sair no Diário Oficial da União nesta segunda-feira.

Depois da denúncia de que 200 homossexuais foram assassinados no Brasil apenas no ano passado, Lula anunciou que assinaria o decreto, validando oficialmente a data já celebrada no dia 17 de maio.

A data faz alusão ao dia em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou da sua lista de doenças o termo “homossexualismo”, em 1990.

Assassinatos


O Brasil é o campeão mundial de crimes contra as lésbicas, bissexuais, gays, travestis e transgêneros: um assassinato a cada dois dias, aproximadamente 200 crimes por ano, seguido do México com 35 homicídios e os Estados Unidos com 25, informa o fundador do Grupo Gay da Bahia, Luiz Mott.

O Grupo Gay da Bahia realizou recentemente uma pesquisa acerca dos números do preconceito contra este grupo no país e os resultados, aproximados, surpreenderam: nos dois primeiros meses desse ano já foram registrados 34 assassinatos.

Com o passar dos anos, os assassinatos só vem aumentando, na contra mão das diversas campanhas realizadas em todo o país na tentativa de extinguir a discriminação. Em 2007 foram registrados 122 homicídios, que passaram para 189 em 2008 e chegaram a 200 em 2009, um acréscimo de 61 % no ano de 2009 comparado á 2007.

Dos 200 assassinatos registrados, 117 eram gays (59%), 72 travestis (37%) e outras 9 eram lésbicas (4%).

Brasil sem homofobia

Em 2004, o Presidente Lula apoiou também a criação do Programa Brasil Sem Homofobia, que tem por objetivo promover a cidadania e os direitos da comunidade LGBT.

Constituído de diferentes ações, o Programa apoia organizações que atuam na promoção da cidadania e no combate à homofobia; promove capacitação para profissionais e representantes do movimento; na promoção da auto-estima LGBT; entre outras.

A Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR) é o órgão responsável por coordenar as diversas ações desenvolvidas para atingir esses objetivos.

Fonte: Agência de Notícias da Aids

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