Mostrando postagens com marcador homofobia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador homofobia. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de junho de 2011

Seminário Convenções de Gênero, Sexualidade e Violência terá transmissão online



Como parte da finalização do projeto de Implantação da Área de Pesquisa Diversidade Sexual, Poder e Diferença no Núcleo de Estudos de Gênero – Pagu/Unicamp – financiado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) –, este seminário reunirá pesquisadores vinculados a diversas universidades brasileiras para debater os resultados preliminares da pesquisa “Convenções de gênero, sexualidade e violência”, realizada entre 2009 e 2011.

Os diferentes recortes empíricos foram pautados pela discussão – cada vez mais ampla nos vários fóruns – sobre homofobia, no sentido de perceber quais convenções de gênero, sexualidade e violência são articuladas pelos sujeitos e pelas variadas mídias.

O evento será transmitido ao vivo via internet. Para assistir clique no link: http://www.ifch.unicamp.br/eventos/index.php?p=aovivo

Durante o evento, perguntas poderão ser enviadas via email para os palestrantes. O email para enviar as perguntas durante a transmissão é diversidadesexual.pagu@gmail.com

Manhã – 9:00-12:00hs
Coordenadora: Ângela Carneiro Araújo

Convenções de gênero, sexualidade e violência entre LGBT na grande São Paulo
Regina Facchini e Isadora Lins França

Tensões e experimentações identitárias entre jovens travestis e meninos femininos em Campinas
Larissa Pelúcio


Tarde – 14:30-17:30hs
Coordenadora: Maria Conceição da Costa

Convenções de gênero e sexualidade na mídia em contextos de violência contra o público LGBT
Iara Beleli

Imagens e imaginários sobre LGBT em filmes exibidos no circuito comercial paulistano
Karla Bessa

Serviço:

Seminário - Convenções de gênero, sexualidade e violência: reflexões sobre homofobia
Data: 22 de junho de 2011
Horário:
9:00 - 17:30
Local: Auditório II - IFCH


Organização: Iara Beleli e Regina Facchini
Realização: Núcleo de Estudos de Gênero PAGU/Unicamp
Apoio técnico: Secretaria de Eventos - IFCH/Unicamp
Apoio: Secretaria Especial de Direitos Humanos - Presidência da República

terça-feira, 7 de junho de 2011

IFCH/Unicamp - 22/6 - Seminário Convenções de gênero, sexualidade e violência: reflexões sobre homofobia



Como parte da finalização do projeto de Implantação da Área de Pesquisa Diversidade Sexual, Poder e Diferença no Núcleo de Estudos de Gênero – Pagu/Unicamp – financiado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) –, este seminário reunirá pesquisadores vinculados a diversas universidades brasileiras para debater os resultados preliminares da pesquisa “Convenções de gênero, sexualidade e violência”, realizada entre 2009 e 2011.

Os diferentes recortes empíricos foram pautados pela discussão – cada vez mais ampla nos vários fóruns – sobre homofobia, no sentido de perceber quais convenções de gênero, sexualidade e violência são articuladas pelos sujeitos e pelas variadas mídias.

Manhã – 9:00-12:00hs
Coordenadora: Ângela Carneiro Araújo

Convenções de gênero, sexualidade e violência entre LGBT na grande São Paulo
Regina Facchini e Isadora Lins França

Tensões e experimentações identitárias entre jovens travestis e meninos femininos em Campinas
Larissa Pelúcio


Tarde – 14:30-17:30hs
Coordenadora: Maria Conceição da Costa

Convenções de gênero e sexualidade na mídia em contextos de violência contra o público LGBT
Iara Beleli

Imagens e imaginários sobre LGBT em filmes exibidos no circuito comercial paulistano
Karla Bessa

Debatedores/as:

Adriana Piscitelli (Pagu/UNICAMP)
Adriana Vianna (Museu Nacional)
Bruno Leal (UFMG)
Flávia Teixeira (UFU)
Gilberto Sobrinho (IA/UNICAMP)
Guita Grin Debert (IFCH; Pagu/UNICAMP)
José Miguel Nieto Olivar (Pagu/UNICAMP)
Júlio Simões (USP)
María Elvira Díaz-Benítez (IFCH/UNICAMP)
Maria Filomena Gregori (IFCH; Pagu/UNICAMP)
Peter Fry (UFRJ)
Richard Miskolci (UFSCAR)
Sérgio Carrara (UERJ)

Serviço:

Seminário - Convenções de gênero, sexualidade e violência: reflexões sobre homofobia
Data: 22 de junho de 2011
Horário:
9:00 - 17:30
Local: Auditório II - IFCH


quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Videoconferência Educação, Cidadania e Homofobia: 09/12, das 14 às 17h


A Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual do Estado de São Paulo, vinculada à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, em parceria com a Fundação do Desenvolvimento Administrativo, da Secretaria da Gestão, promove na próxima quinta-feira (09/12), das 14 às 17 horas, a última da série de três videoconferências previstas para o mês de dezembro. O tema a ser abordado é Educação, Cidadania e Homofobia.

Para tratar do assunto, Janaina Lima, Beto de Jesus e William Siqueira Peres vão falar sobre a educação, cidadania e homofobia. Serão tratadas questões atinentes ao bullying homofóbico, violência simbólica no espaço educacional, intolerâncias às diferenças sexuais, desafios e conquistas da cidadania LGBT.

A videoconferência é parte integrante do projeto “A Conquista da Cidadania LGBT: a Política da Diversidade Sexual em São Paulo” e objetiva capacitar, em especial, os servidores públicos do Estado de São Paulo, conforme determina o Plano Estadual de Enfrentamento à Homofobia e
Promoção da Cidadania LGBT, que define ações e metas a serem desenvolvidas por 11 Secretarias do Governo Paulista no biênio 2010-2011.

A apresentação ao vivo é aberta a todos os interessados. Basta acessar o link http://media.escolasdegoverno.sp.gov.br/diversidade. Durante a videoconferência é possível interagir com os entrevistados mandando sugestões e perguntas pelo endereço fundap.vc@fundap.sp.gov.br


Janaina Lima
Pedagoga, ativista e militante do Movimento de Travesti no Brasil. É Coordenadora do Fórum Paulista de Travestis e Transexuais. Integra oIdentidade – Grupo de Luta pela Diversidade Sexual e a ANTRA – Articulação de Travestis e Transexuais.

Beto de Jesus
Educador e ativista do Movimento LGBT Brasileiro. Foi Secretario para América Latina e Caribe da International Lesbian, Gay, Bisexual, Trans people and Intersex Association. Atualmente é Diretor da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais e
coordenador do Instituto Edson Neris.

William Siqueira Peres
Psicólogo. Mestre em Psicologia pela UNESP/Assis. Doutor em Saúde Coletiva pelo IMS/UERJ. Pós-Doutor em Psicologia e Estudos de Gênero pela Universidade de Buenos Aires. Professor do Departamento de Psicologia Clínica – UNESP/Assis.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Videoconferência: legislação e saúde para LGBT:: 07/12 das 14 às 17h


A Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual do Estado de São
Paulo, vinculada à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, em
parceria com a Fundação do Desenvolvimento Administrativo, da Secretaria
da Gestão, promove na próxima terça-feira (07/12), das 14 às 17 horas, a
segunda, da série de três videoconferências previstas para o mês de
dezembro. O tema a ser abordado é Direitos Humanos da População LGBT.

Para tratar do assunto, Dimitri Sales, Artur Kalichman e Roseli Tardelli
vão falar sobre a legislação estadual voltada para a população LGBT, como
a Lei 10.948/01, que pune a discriminação homofóbica, e o Decreto
55.588/10, que garante a travestis e transexuais o direito à escolha de
tratamento nominal nos órgãos públicos do Estado de São Paulo. Além
disso, questões de saúde, como a criação do Ambulatório Especializado em
Saúde de Travestis e Transexuais, serão apresentadas.

A apresentação ao vivo é aberta a todos os interessados. Basta acessar o
link http://media.escolasdegoverno.sp.gov.br/diversidade. Durante a
videoconferência é possível interagir com os entrevistados mandando
sugestões e perguntas pelo endereço fundap.vc@fundap.sp.gov.br


Dimitri Sales
Advogado. Mestre e Doutorando em Direito Constitucional pela Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo. Membro Colaborador da Comissão de
Direitos Humanos e do Comitê de Estudos da Diversidade Sexual, órgãos da
OAB/SP. É o Coordenador de Políticas para a Diversidade Sexual do Estado
de São Paulo.

Artur Kalichman
Mestre em Medicina Preventiva pela Universidade de São Paulo, é médico
sanitarista do Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids da
Secretaria de Saúde (SP). Atualmente é Coordenador Adjunto e Diretor
Técnico substituto do CRT – DST/Aids.

Roseli Tardelli
Jornalista e apresentadora de programas de rádio e TV, como Roda Viva, da
TV Cultura, e Espaço Informal, da Rádio Eldorado AM, é fundadora e
Diretora Executiva da Agência de Notícias da Aids e da Agência de
Notícias de Resposta ao Sida, em Moçambique.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

CONTRA A HOMOFOBIA E OUTRAS FORMAS DE DISCRIMINAÇÃO:: SÃO PAULO, 02/12


Fonte da Foto: Murilo Ribas

AUDIÊNCIA PÚBLICA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DA CÂMARA DE SÃO PAULO DISCUTE COMBATE À HOMOFOBIA E OUTRAS FORMAS DE DISCRIMINAÇÃO

O presidente da Comissão de Direitos Humanos, Cidadania, Segurança Pública e Relações Internacionais da Câmara Municipal de São Paulo, ver. Ítalo Cardoso, convida para:

Reunião Ordinária “Não à homofobia e outras formas de discriminação”

A ser realizada ao dia 2 de dezembro de 2010, às 13h, na Câmara Municipal de São Paulo – Palácio Anchieta (Viaduto Jacareí, nº 100, sala Sérgio Vieira de Melo [subsolo], Bela Vista)

Com a finalidade de articular estratégias de coibição adequada aos crimes de ódio – que incluem o racismo, o machismo e a xenofobia – o monitoramento da impunidade e analisar os padrões de segurança que garantam a dignidade e cidadania dos grupos discriminados.

A atividade é convocada pelas entidades Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT); o Fórum Paulista LGBT; a Conexão Paulista LGBT; o Grupo CORSA; a Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT); o Instituto Edson Néris (IEN); o Coletivo de Feministas Lésbicas (CFL), o Espaço B e as Católicas pelo Direito de Decidir.

Para ler mais em outros lugares:

http://www.paradasp.org.br/noticias.php?id=149

http://catolicasonline.org.br/ExibicaoNoticia.aspx?cod=1168

http://www.mundomais.com.br/exibemateria2.php?idmateria=1846


VÍDEO DO GUDDS/UFMG: HOMOFOBIA, NÃO!



Vídeo em promoção do respeito à diversidade sexual produzido pelo GUDDS - Grupo Universitário em Defesa da Diversidade Sexual - ligado ao NUH - Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT/ UFMG.

Os depoimentos no video são baseados nos Princípios de Yogyakarta, que orientam a aplicação da Legislação Internacional de Direitos Humanos em relação à Orientação Sexual e Identidade de Gênero.

O vídeo foi lançado em 20 de maio de 2009 no evento "Homofobia, Diversidade Sexual e Mídia" realizado na FAFICH/UFMG.

Os artistas participantes não cobraram cachê. A trilha foi gentilmente cedida pela compositora e guitarrista Kaki King.

Gostou? Então, ajude a divulgar o trabalho do pessoal do GUDDS!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

NOTA OFICIAL DA ABGLT CONTRA A VIOLÊNCIA HOMOFÓBICA


ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais

NOTA OFICIAL CONTRA A VIOLÊNCIA HOMOFÓBICA

No último domingo (14/11/2010) foram noticiados em cadeia nacional dois casos separados de atos extremos de violência contra homossexuais.

Em São Paulo, em plena Avenida Paulista, um grupo de cinco jovens perpetrou dois ataques diferentes que, segundo testemunhas, foram gratuitos e caracterizados como homofóbicos pelos xingamentos feitos pelos atacantes.

No Rio de Janeiro, após a 15ª Parada LGBT, um jovem gay foi baleado no estômago no Arpoador, também gratuitamente. Segundo a vítima, o agressor é um militar que trabalha nas redondezas, no Forte de Copacabana.

Felizmente, desta vez, nenhuma das vítimas morreu.

Para a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), estes casos, infelizmente, são apenas a ponta de um imenso iceberg, e ganharam visibilidade nacional inusitada, porém bem-vinda.

Diariamente, lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) sofrem violência desta natureza em nosso país. E pior, a cada dois dias, em média, uma pessoa LGBT é assassinada no Brasil, segundo dados do Grupo Gay da Bahia.

Portanto, a ABGLT vem se manifestar, mais uma vez, pelo fim imediato de toda e qualquer violência homofóbica, e pela promoção de uma cultura de paz e respeito à diversidade, conclamando:

Ao Poder Executivo, em todos os níveis, que tome as medidas cabíveis e apure os fatos destes e de outros crimes de violência cometidos contra LGBT, identificando e punindo exemplarmente os culpados, sem deixar os crimes impunes. A impunidade gera mais violência.

Que o Governo Federal acelere a implementação do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e dos Direitos Humanos de LGBT.

Que os governos estaduais e municipais elaborem e também implantem seus planos de combate à homofobia.

Que promova a educação para o respeito à diversidade sexual, para que as novas gerações possam aprender a conviver com e respeitar as diferenças.

Que promova no âmbito estadual e municipal, eventos de sensibilização de agentes da segurança pública, como o II Seminário de Segurança Pública para LGBT, que na semana passada no Rio de Janeiro capacitou 150 policiais de todo o país em questões específicas à segurança da população LGBT.

Ao Congresso Nacional, que aprove legislação específica contra toda e qualquer forma de discriminação no Brasil, inclusive a discriminação homofóbica, e que certos parlamentares deixem de afirmar que a população LGBT não precisa de legislação que a proteja desta forma. Os fatos sobre a violência e a discriminação contra LGBT estão expostos, é hora de agir e cumprir o papel de legisladores eleitos para representar todos e todas os/as brasileiros/as, sem distinção. O Projeto de Lei da Câmara nº 122/2006 está tramitando no Congresso Nacional desde 2001 (P/L 5003/2001). São nove anos de inércia e desrespeito à população LGBT, nove anos de incentivo à continuação da violência e discriminação contra LGBT, nove anos de endosso da impunidade.

Em parceria com diversas instituições, com o intuito de despertar para este cenário, nos dias 23 e 24 de novembro, a ABGLT estará apoiando a realização de três eventos consecutivos no Congresso Nacional: o Seminário Escola Sem Homofobia, a Audiência Pública Bullying Homofóbico nas Escolas, e o Seminário sobre os Assassinatos de LGBT.

Ao Judiciário, que continue julgando favoravelmente as demandas pela igualdade de direitos, condenando os casos de homofobia, punindo de forma rigorosa a violação dos direitos humanos de LGBT.

Que continue baseando suas decisões nos preceitos constitucionais da não-discriminação, da dignidade humana, da intimidade, da segurança e do direito à vida.

Aos Religiosos, que ajudem a semear a cultura da paz e do amor ao próximo. E que determinados religiosos fundamentalistas parem imediatamente de incitar a discriminação e o ódio contra as pessoas LGBT, ao nos categorizarem como “doentes” ou “anormais”.

Temos testemunhado que essa intolerância pregada por setores fundamentalistas cristãos tem sido transformada em violência extrema. A pregação religiosa que ataca os homossexuais acaba por legitimar atitudes de ódio.

Infelizmente, temos assistido a uma onde conservadora, que ganhou contornos fortes na campanha presidencial. Ela atinge mulheres, negros, nordestinos e LGBT.

É preciso dar um basta a todo e qualquer tipo de preconceito. Vivemos em um país democrático, onde a igualdade e a não-discriminação são preceitos fundamentais. Esta violência há de parar. A vida humana não pode ser banalizada desta e nem de qualquer outra forma.

Que a sociedade brasileira se conscientize da gravidade do problema da homofobia e da difusão de preconceitos. E que o Estado brasileiro aja para garantir direitos e reprimir exemplarmente atitudes de violência e discriminação.

Por uma cultura de paz e respeito à diversidade.

ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

AMANHÃ: ATO CONTRA O ASSASSINATO DE CAMILLE GERIN [campinas]

A Coordenadoria de Travestis e Transexuais do Identidade - Grupo de Luta pela Diversidade Sexual, vem por intermédio desta convocar a todas e todos, para um ATO PÚBLICO neste próximo sábado, dia 07 de Agosto, que terá início em frente ao Prédio da Fepasa, "Estação Cultura", às 10:00 horas, seguirá pela rua 13 de maio, em um Ato Silencioso, tornando pública nossa dor e revolta pela morte de Camille Gerin, vítima de Homofobia e Sexismo.


Convidamos e sugerimos a todas e a todos que compuserem conosco este ATO que venham vestidos de preto, com guarda-chuva também preto. Aquel@s que quiserem trazer cartazes de indignação por conta da violência que a comunidade LGBT tem sofrido ou algum objeto e foto que lembre a Camille e tantas outras vítimas de homofobia, sintam-se a vontade!!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Manifestação contra a homofobia - 16/07 em Campinas

COMBATER A HOMOFOBIA: ESSA LUTA É TODO DIA

No dia 9 de Julho de 2010, (sexta-feira passada), fomos mais uma vez atingidos em nossa dignidade em razão de uma grave violação de direitos humanos contra um jovem gay de 18 anos, JONATHAN EDUARDO ALVES DO PRADO vítima de agressão covarde e homofóbica por parte de um segurança GUSTAVO PIRES RODRIGUES, do bar CAMP CHOPP, na Praça Bento Quirino, no centro de Campinas.

Em atitude abertamente homofóbica, o segurança ofendeu verbalmente o jovem Jonathan e na seqüência lhe desferiu um tapa no rosto, um golpe de cassetete no braço e por último em sua cabeça, o que fez com que o jovem desfalecesse e perdesse muito sangue, sendo socorrido e levado ao pronto-socorro, numa situação de alto risco que poderia até mesmo ter tirado sua vida. E mesmo depois de tudo isso, o agressor ainda afirmou que “viado tem mesmo que morrer”, não deixando qualquer dúvida sobre suas motivações de ódio a homossexuais.

Esta não é a primeira e certamente não será a última ocorrência de homofobia (ódio, aversão ou intolerância contra pessoas em razão de sua orientação sexual ou identidade de gênero) no município de Campinas, no Estado de São Paulo e no Brasil, e temos consciência do desafio que enfrentamos, nesta luta cotidiana contra as situações de discriminação contra a população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais).

Mas é nossa obrigação vir a público e denunciar esta barbárie praticada em razão do ódio homofóbico, exigir que as autoridades públicas municipais, estaduais e federais tomem as providências cabíveis, e convocar à população à solidariedade não apenas ao jovem Jonathan, mas a todas as pessoas que são vítimas de discriminação e intolerância, seja por homofobia, machismo, racismo, intolerância religiosa ou procedência regional ou nacional, ou qualquer outra motivação de desigualdade.

Precisamos mais uma vez erguer nossas vozes pela aprovação no Senado do PLC nº 122 de 2006, criminalizando a homofobia, e denunciar estes fatos perante o Governo Municipal para aplicar a Lei Municipal nº 9.809 de 1998, que pune qualquer ato de discriminação em Campinas, e perante o Governo Estadual para a aplicação da Lei Estadual nº 10.948 de 2001, punindo atos homofóbicos no âmbito do Estado de SP.

Para reafirmar publicamente nosso repúdio a este fato e a toda e qualquer forma de discriminação, e dizer a todo o povo de Campinas, do Estado de SP e do Brasil que não haverá uma verdadeira democracia sem o respeito a todas e todos, com a superação de todas as formas de opressão à humanidade, estamos convocando uma manifestação pública para esta sexta-feira, 16/07/2010, às 19h00, na Praça Bento Quirino, e contamos com a presença de quem está nessa luta pra valer.

DIGA NÃO À DISCRIMINAÇÃO! HOMOFOBIA NUNCA MAIS

Organizações que assinam este manifesto : Aos Brados-Vivência Digna da Homossexualidade ; Comissão Organizadora da Parada LGBT de Campinas ; Comunidade LGBT da Vila Padre Anchieta ; E-Camp - Grupo E-Jovem em Campinas ; E-Jovem – Grupo de Adolescentes Gays, Lésbicas e Aliados ; Identidade – Grupo de Luta Pela Diversidade Sexual ; MO.LE.CA – Movimento Lésbico de Campinas ; NuDU – Núcleo de Diversidade Sexual da Unicamp ; Frente LGBT do PcdoB ; Núcleo LGBT do PT ; Juventude do Movimento Democrático Brasileiro- JMDB Campinas ; Associação Cida da Terra - Promotoras Legais e Populares de Campinas ; Associação Social, Cultural e Beneficente de Tradições Afro-Brasileiras "Inzo Musambu" Rainha das Águas Doces ; Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Campinas ; Coordenadoria Nacional LGBT da UBES (União Brasileira de Estudantes Secundaristas) ; Escola Jovem LGBT ; Coletivo LGBT da CUT (Central Única dos Trabalhadores) SP ; Coletivo LGBT da APEOESP (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de SP) ; Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas ; União da Juventude Socialista - Campinas

terça-feira, 15 de junho de 2010

Direito à diferença: debate sobre a lei 10.948 em Campinas

A Câmara Municipal de Campinas realiza nesta quarta-feira, 16/06, a partir das 14 horas, um debate público acerca da Lei Estadual Antidiscriminatória que pune atos de discriminação e violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais no estado de São Paulo.

A Coordenadoria de Políticas para a Diversidade Sexual, da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência e Inclusão Social, da Prefeitura Municipal recebe o Coordenador de Políticas para a Diversidade Sexual da Secretaria de Estado de Justiça e da Defesa da Cidadania do Governo do Estado de São Paulo, Dr. Dimitri Sales, Mestre e Doutorando em Direito Constitucional pela PUC-São Paulo, a representante do Comitê da Diversidade Sexual e Combate a Homofobia da OAB/SP, a Drª. Adriana Galvão Moura Abílio, e representante do Núcleo de Combate à Discriminação, Racismo e Preconceito da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, juntamente com o vereador Thiago Ferrari para debater a abrangência e aplicabilidade deste instrumento jurídico.

O evento inicia-se com a apresentação pública do Mapa da Violência e Discriminação contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais da cidade de Campinas e região com dados obtidos pelo CREAS LGBT (Centro de Referência Especializado de Assistência Social de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais da Secretaria de Cidadania, Assistência e Inclusão Social) pela Coordenadora e Assistente Social Valdirene dos Santos.

Serviço:
Direito à Diferença, debate sobre a Lei 10948/01
Local: Auditório da Câmara Municipal de Campinas
Av. da Saudade, 1004
Data: 16/06
Horário: 14h00

domingo, 6 de junho de 2010

Presidente Lula institui Dia Nacional contra a Homofobia

O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou ontem, véspera da realização da Parada do Orgulho Gay em São Paulo, um decreto que institui o Dia Nacional de Combate à Homofobia (ódio, aversão ou a discriminação contra homossexuais). A decisão deve sair no Diário Oficial da União nesta segunda-feira.

Depois da denúncia de que 200 homossexuais foram assassinados no Brasil apenas no ano passado, Lula anunciou que assinaria o decreto, validando oficialmente a data já celebrada no dia 17 de maio.

A data faz alusão ao dia em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou da sua lista de doenças o termo “homossexualismo”, em 1990.

Assassinatos


O Brasil é o campeão mundial de crimes contra as lésbicas, bissexuais, gays, travestis e transgêneros: um assassinato a cada dois dias, aproximadamente 200 crimes por ano, seguido do México com 35 homicídios e os Estados Unidos com 25, informa o fundador do Grupo Gay da Bahia, Luiz Mott.

O Grupo Gay da Bahia realizou recentemente uma pesquisa acerca dos números do preconceito contra este grupo no país e os resultados, aproximados, surpreenderam: nos dois primeiros meses desse ano já foram registrados 34 assassinatos.

Com o passar dos anos, os assassinatos só vem aumentando, na contra mão das diversas campanhas realizadas em todo o país na tentativa de extinguir a discriminação. Em 2007 foram registrados 122 homicídios, que passaram para 189 em 2008 e chegaram a 200 em 2009, um acréscimo de 61 % no ano de 2009 comparado á 2007.

Dos 200 assassinatos registrados, 117 eram gays (59%), 72 travestis (37%) e outras 9 eram lésbicas (4%).

Brasil sem homofobia

Em 2004, o Presidente Lula apoiou também a criação do Programa Brasil Sem Homofobia, que tem por objetivo promover a cidadania e os direitos da comunidade LGBT.

Constituído de diferentes ações, o Programa apoia organizações que atuam na promoção da cidadania e no combate à homofobia; promove capacitação para profissionais e representantes do movimento; na promoção da auto-estima LGBT; entre outras.

A Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR) é o órgão responsável por coordenar as diversas ações desenvolvidas para atingir esses objetivos.

Fonte: Agência de Notícias da Aids

Seguidores

 
Creative Commons License
Diversidade sexual, poder e diferença by Diversidade sexual, poder e diferença - Pagu/Unicamp is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 3.0 Brasil License.

Copyright 2008 All Rights Reserved | Blogger Template by Bloganol and Smart Blogging Tips | Distributed by Deluxe Templates